sábado, 30 de março de 2013

Portugal pela Unesco

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Show em Istambul


Bairrada - Portugal

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Os 10 cafés mais bonitos do mundo

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Porto - Portugal


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Teatro Municipal do Rio de Janeiro

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Valsa de Anthony Hopkins executada por Andre Rieu


Fernando Pessoa


"Um dia a maioria de nós irá separar-se.

Sentiremos saudades de todas as conversas atiradas fora,

Das descobertas que fizemos, dos sonhos que tivemos,

Dos tantos risos e momentos que partilhámos.

 Saudades até dos momentos de lágrimas, da angústia, das

Vésperas dos fins-de-semana, dos finais de ano, enfim...

Do companheirismo vivido.

Sempre pensei que as amizades continuassem para sempre.

Hoje já não tenho tanta certeza disso.

Em breve cada um vai para seu lado, seja pelo destino ou por algum

Desentendimento, segue a sua vida.

Talvez continuemos a encontrar-nos, quem sabe... Nas cartas que trocaremos.

Podemos falar ao telefone e dizer algumas tolices...

Aí, os dias vão passar, meses... anos... Até este contacto se tornar cada vez mais raro.

Vamo-nos perder no tempo...

Um dia os nossos filhos verão as nossas fotografias e perguntarão:

Quem são aquelas pessoas?

Diremos... Que eram nossos amigos e... Isso vai doer tanto!

- Foram meus amigos, foi com eles que vivi tantos bons anos da minha vida!

A saudade vai apertar bem dentro do peito.

Vai dar vontade de ligar, ouvir aquelas vozes novamente...

Quando o nosso grupo estiver incompleto...

Reunir-nos-emos para um último adeus a um amigo.

E, entre lágrimas, abraçar-nos-emos.

Então, faremos promessas de nos encontrarmos mais vezes daquele dia em diante.

Por fim, cada um vai para o seu lado para continuar a viver a sua vida

Isolada do passado.

E perder-nos-emos no tempo...

Por isso, fica aqui um pedido deste humilde amigo: não deixes que a vida

Passe em branco, e que pequenas adversidades sejam a causa de

Grandes tempestades...

Eu poderia suportar, embora não sem dor, que tivessem

Morrido todos os meus amores, mas enlouqueceria se morressem

Todos os meus amigos!"

                                                           Fernando Pessoa

 

 

Baleiro do amor


O estudante que teve 0% num exame (mas que não respondeu errado a nenhuma pergunta)

> 1) Em que batalha morreu o Almirante Nelson?
> Na sua última.
> 2) Onde foi assinada a Declaração de Independência?
> No fim da folha.
> 3) O Rio Ave corre em que Estado?
> No estado líquido.
> 4) Qual é a principal causa do divórcio?
> O casamento.
> 5) Qual é a razão principal para falhar?
> Os exames.
> 6) O que é que não se pode comer ao pequeno-almoço?
> O almoço e o jantar.
> 7) O que parece uma metade de uma maçã?
> A outra metade.
> 8) Se lançarmos uma pedra pintada de vermelho ao mar azul, no que é
> que se transforma?
> Num a pedra molhada.
> 9) Como é que um homem consegue estar oito dias sem dormir?
> Facilmente. Dorme de noite.
> 10) Como é que se pode levantar um elefante com uma mão?
> Não é possível encontrar um elefante só com uma mão.
> 11) Se tiver 3 maçãs e 4 laranjas numa mão e 4 maçãs e 3 laranjas na
> outra, o que é que tem?
> Mãos muito grandes.
> 12) Se foi preciso a 8 homens, 10 horas para construir um muro, quanto
> tempo demorarão 4 homens a fazê-lo?
> Nenhum. O muro já tinha sido construído pelos outros.
> 13) Como é que se consegue deixar cair um ovo em cima de um chão de
> cimento sem o partir?
> De qualquer maneira. O chão de cimento dificilmente se parte.

Herança portuguesa


REX - O CÃO BUFO

REX - O CÃO BUFO - ler até ao fim.

 
Está divinal!!!!

 
O rapaz vai para Lisboa estudar, mas ainda a metade do 1º semestre acaba o dinheiro que o pai lhe deu. Então ele tem uma ideia brilhante.

Telefona ao pai e sai-se com esta:

- Pai, não vais acreditar nas maravilhas da moderna educação na cidade. Pois não é que eles aqui têm um curso para ensinar os cães a falar?

O pai, um homem simplório, fica maravilhado:

- E como é que faço para que aceitem o Rex?

- É só mandá-lo para cá com 5.000 EUR que eu faço a matrícula.

E o pai, é claro, cai na conversa e segue a orientação do filho.

Passados mais alguns meses, o rapaz
fica novamente liso e liga outra vez:

- E então, meu filho? Como vai o Rex?

- Fala pelos cotovelos, pai. Mas agora abriram um outro curso aqui, para
os cães aprenderem a ler.

- Não brinques! E podemos matricular o Rex?

- Claro! Manda-me 10.000 EUR que eu trato de tudo!

E o velho, mais uma vez, manda o dinheiro.

O tempo vai passando, o final do ano vai chegando e o rapaz dá-se conta que vai ter que se explicar. O cão, é claro, não fala uma palavra, não lê porcaria nenhuma, enfim, continua exactamente como sempre.

Sem nenhuma consideração, solta o pobre bicho na rua e apanha o comboio de
volta para casa.

A primeira pergunta do pai não podia ser outra:

- Onde está o Rex? Comprei uma revista sobre animais, para que ele leia.

- Pai, nem imaginas. Já tinha tudo pronto para voltar, quando vi o Rex no sofá, a ler o jornal, como fazia todas as manhãs. E então saiu-se com esta:

"Então, vamos para
casa... Como será que está o velho? Será que continua a comer aquela viúva que mora na casa da frente?"

E o pai, mais do que rapidamente:

-
Bufo de m*rda... Espero que tenhas metido um tiro nos cornos desse filho da p***, antes que venha falar com a tua mãe!

- Mas é claro, pai. Foi o que fiz!

- É assim
mesmo, filho!...

Dizem que o rapaz se formou, na Universidade Lusófona,  e que se tornou um político de renome...